Em tempos de crise, cuidado com os cortes em comunicação

É mais comum do que se pensa ver empresas abrirem mão dos serviços de comunicação em nome da crise. Elas deixam de se comunicar e mostrar seus serviços justamente em uma época em que deveriam reforçar a presença na mídia e na mente dos consumidores. Em um momento de crise financeira, manter o diálogo com todos os públicos é de suma importância, especialmente porque é nesse instante que o público mais precisa de informações confiáveis da empresa.

Na hora de uma crise, a comunicação ganha um significado de solidez para o público. O que você diria de uma empresa que está sempre presente na mídia e na hora da crise desaparece? No mínimo que ela está sucumbindo à crise, o que pode gerar um certo temor em relação à marca.

Para evitar desgastes, a empresa precisa avaliar bem os ganhos que tem com a comunicação atual e evitar gastos maiores no futuro. Se a intenção for apenas cortar custos, a empresa pode acabar cortando um relacionamento que levou anos para construir e que demandará investimentos muito maiores para reconstruir.

Há que se ter bom-senso. Se o objetivo é apertar o cinto, que a empresa o faça dentro de um planejamento mínimo sem, no entanto descartar a comunicação como um todo. Até porque, como dizia o Velho Guerreiro, sabiamente, “quem não se comunica, se trumbica”.

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Bibiana Riedhorst

Formada em Jornalismo, especialista em Comunicação Empresarial, atua há mais de 20 anos no segmento de Assessoria de Imprensa e Relações Públicas. Desde 2008, trabalha com mídias sociais para marcas, como AlphaGraphics, Fast Frame Molduras, Assist Card, etc. Além de comandar a PR Digital, Bibiana é mãe de três e compartilha suas memórias no Instagram pelo perfil @maedenegocios!