Invista cada vez mais no Marketing Mobile

mobilemktO número de celulares no Brasil supera em muito o número de habitantes. Atualmente, são mais de 270 milhões de linhas móveis em atividade. O aparelho faz parte da nossa rotina. Sair de férias e não levar o celular é algo quase impensável para a maioria dos brasileiros. Por outro lado, deixar o aparelho sempre à vista, se transformou em rotina.

O modelo de comunicação mobile é imediato e de longo alcance, principalmente nas mídias sociais. De olho nessa oportunidade, as empresas estão cada vez mais atentas ao mobile marketing, transformando o celular em um excelente canal de comunicação com o público.

O mobile se tornou grande aliado na hora de promover a sua marca, oferecendo diferentes possibilidades de diálogo. A aceitação das mensagens de sms é muito maior, por isso é interessante recorrer ao sms para atrair clientes. Grande parte das mensagens enviadas por e-mail vão parar no lixo eletrônico ou são deletadas pelo usuário antes de ler. Já a mensagem de sms, não.

Para usar a mobilidade a seu favor, é fundamental que você desenvolva um projeto com estratégias de marketing mobile e um conteúdo bastante interativo para os seus consumidores. Além de se tornar instantânea, a comunicação com o cliente deixou de ser meramente receptiva. Ou seja, ela ultrapassou a época onde só a empresa se pronunciava e o público apenas recebia a informação.

Não basta apenas utilizar a tecnologia móvel como um canal de comunicação, faça isso de forma a garantir o máximo alcance dos consumidores em potencial, se comunicando de forma efetiva e pontual com seu público alvo.

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Tendências de Mídias Sociais para 2013

As tendências de Mídias Sociais para 20132012 foi um ano excelente para o mercado de Mídias Sociais. Os usuários, além de estarem cada vez mais presentes no Facebook, se renderam às redes de imagens como Instagram e Pinterest. E as empresas puderam perceber seu público utilizando  mais esses canais sociais, além de utilizá-los como forma de comunicação.

O ano também foi marcado pelos virais de pessoas desconhecidas se tornando web celebridades como a Luiza do Canadá, o trio do Para Nossa Alegria, Nissim Ourfali e muitos outros. Enfim, não temos mais como negar o quanto as mídias sociais estão presentes no dia a dia de usuários e empresas. Contudo, o que esperar para 2013? O que irá mudar? O que pode vir de novidade? O perfil do público poderá mudar? Ninguém melhor para responder isso do que os profissionais que estão envolvidos diariamente com as principais mídias sociais.

Confira a opinião de alguns profissionais da Big Bang sobre o que poderá ser tendência nas mídias sociais em 2013:

"Para mim 2013 será o ano das redes sociais de imagem. Instagram, Pinterest e outras redes multimídias deverão crescer cada vez mais neste ano. Por conta da imensa quantidade de conteúdo que é compartilhado nas redes sociais, criar conteúdo relevante e envolvente, principalmente visual, vai ser essencial para buscar o engajamento do usuário. Não vai mais adiantar colocar qualquer tipo de conteúdo nos canais sociais  e as marcas vão começar a usar cada vez mais as mídias sociais para produzirem e compartilharem belas fotos ou vídeos. Também acredito no crescimento do e-commerce por meio das mídias sociais. O Facebook deve melhorar cada vez mais o formato para vendas online e esse movimento de social ecommerce deve ir para outras redes."

Bibiana Riedhorst – Diretora Executiva

"Acredito que o impacto das mídias sociais ainda é grande e só tende a aumentar. A grande aposta será no conteúdo feito em imagens e que gerem, além do engajamento, uma maior identificação com o impactado. Da mesma forma, as redes sociais que continuam crescendo e outras que despontaram no mercado serão as apostas nesse meio como o Facebook e o Google+. O Youtube também possui um grande impacto pois deixou de ser apenas um canal de veiculação de vídeos para se tornar um meio onde influenciadores e formadores de opinião têm se expressado e isso se torna uma excelente ferramenta para empresas que desejam fortalecer a sua imagem e atrair novos públicos. O e-commerce tem sido uma das gratas surpresas e há espaço no Brasil para seu crescimento e com a ajuda das redes sociais e das plataformas para mobiles e smartphones, poderemos testemunhar um avanço no mundo dos negócios".

Bruno Arena – Assistente de Mídias Sociais

"O caminho é a convergência cada vez maior. Esse será um ano em que redes específicas como o LinkedIn e  Instagram serão cada vez mais consistentes, por serem redes de finalidades específicas. A imagem ainda terá bastante força junto aos conteúdos. Já os vídeo ainda sofrem dois problemas; a baixa qualidade de internet móvel que temos no Brasil e o tempo de exposição que o espectador precisa para absorver o conteúdo. Para o profissional de mídias sociais as mudanças dos palcos serão constantes. Hoje estamos nos envolvendo cada vez mais com o mobile. Eu acredito que a adequação para esse meio seja obrigatória para o conteúdo. Não há mais porque fazer um conteúdo sem pensar em todas as plataformas que ele vai transitar. A criatividade é o ponto chave. Não será diferente dos anos anteriores, mas como sempre precisamos ter ideias cada vez melhores e estudar o velho e o atual para criar o novo, há sempre essa necessidade nesse setor, a renovação quase que diária das ideias.

Se eu pudesse apostar em algo revolucionário seria a transformação do Facebook, dando a possibilidade de comprar algo pela rede. Essa mudança pode transformar todo o panorama do e-commerce e vir a dividir cada vez mais a preferência do consumidor sobre marcas e formas de compra".

Cassio Martinez – Assistente de Conteúdo

"Concordando com a Bibiana, acredito que as imagens terão ainda mais força esse ano. Imagens mais elaboradas, de fácil entendimento e que se auto explicam, sem depender, necessariamente, de um texto explicativo. O compartilhamento dessas será o objetivo, as pessoas precisarão se identificar e querer compartilhar o que elas representam. As fotos dinâmicas, como no Instagram, também serão uma ótima forma de divulgação. As pessoas gostam de ver o que acontece. E acredito que o Pinterest será utilizado com foco mais profissional, onde as pessoas/empresas postarão tendências de diversos segmentos e com fotos mais profissionais. Também acho que as campanhas online terão ferramentas novas e serão ainda mais focadas num nicho específico, o que trará um retorno mais positivo para os clientes.

Também apostaria no crescimento do acesso às mídias sociais através de dispositivos móveis, já que cada vez mais as pessoas permanecem conectadas por mais tempo em seus smartphones e tablets (tanto que a Tim deu acesso gratuito ao Facebook para quem é usuário de internet via modem). Por isso o dinamismo é importante, a troca rápida de informações, a praticidade, a objetividade".

Filipe Arantes – Webdesigner

"Acredito que 2013 será o ano da profissionalização das Mídias Sociais, as empresas percebendo os canais como essenciais e profissionais mais especializados e já com uma boa experiência no setor. Acredito que o Facebook continuará crescendo, mas talvez com um pouco menos de intensidade, como foi em 2012. A rede já enxergou seu potencial como ferramenta de publicidade e acredito que a tendência seja investir cada vez mais nisso, mais formatos de anúncios e a concorrência para “aparecer” no feed do usuário cada vez mais acirrada, obrigando os profissionais a investirem em conteúdo relevante e exclusivo. Acredito também que esse ano será forte para as redes de imagens como Pinterest e Instagram, essa primeira ainda um pouco mais exclusiva, mas crescendo, porém o Instagram se tornando mais popular e utilizado pelos mais variados públicos e pelas marcas também. Ainda aposto em um crescimento do Google+, mas sem apresentar riscos para o Facebook por enquanto.

Acho que o Twitter tende a voltar um pouco à suas origens, ou seja, apesar de diminuir o número de usuários, o pessoal que entrou para postar qualquer coisa, empresas que apostaram apenas em ofertas irão sair e ficarão apenas os usuários mais relevantes, que realmente utilizam a rede como fonte de informações. Também poderemos prestar um pouco mais de atenção no Linked in se posicionando como plataforma essencial pra negócios e carreira e nas novas redes surgindo como o Branch, por exemplo".

Laís Maciel – Gerente de Planejamento e Conteúdo

"Acredito que em 2013 a importância das redes sociais ficará ainda mais notável, muitas empresas deixarão de encará-las como um modo de divulgação e relacionamento independente, e vão começar a integrar algumas de suas estratégias online com suas estratégias offline, prática essa que já se iniciou e já está cheia de exemplos por aí. O mercado de mídias sociais também crescerá bastante, e junto a isso a competividade de profissionais e marcas que visam presença na web resultará em ótimos cases e ideias brilhantes.

Além disso, as marcas e empresas começarão a investir em novas redes sociais que ainda foram pouco exploradas, principalmente aquelas que oferecem ferramentas que permitam o uso de vídeos e imagens, vão explorar cada vez mais o mundo mobile, seja através de aplicativos ou programas inovadores, e investirão cada vez mais nos formadores de opinião, já que uma das principais características das redes sociais são a propagação de informação".

Mariane Sanefugi – Assistente de Atendimento e Coordenação

E para vocês, quais serão as tendências para as Mídias Sociais em 2013?

Em tempos de crise, cuidado com os cortes em comunicação

É mais comum do que se pensa ver empresas abrirem mão dos serviços de comunicação em nome da crise. Elas deixam de se comunicar e mostrar seus serviços justamente em uma época em que deveriam reforçar a presença na mídia e na mente dos consumidores. Em um momento de crise financeira, manter o diálogo com todos os públicos é de suma importância, especialmente porque é nesse instante que o público mais precisa de informações confiáveis da empresa.

Na hora de uma crise, a comunicação ganha um significado de solidez para o público. O que você diria de uma empresa que está sempre presente na mídia e na hora da crise desaparece? No mínimo que ela está sucumbindo à crise, o que pode gerar um certo temor em relação à marca.

Para evitar desgastes, a empresa precisa avaliar bem os ganhos que tem com a comunicação atual e evitar gastos maiores no futuro. Se a intenção for apenas cortar custos, a empresa pode acabar cortando um relacionamento que levou anos para construir e que demandará investimentos muito maiores para reconstruir.

Há que se ter bom-senso. Se o objetivo é apertar o cinto, que a empresa o faça dentro de um planejamento mínimo sem, no entanto descartar a comunicação como um todo. Até porque, como dizia o Velho Guerreiro, sabiamente, “quem não se comunica, se trumbica”.

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Bibiana Riedhorst

Formada em Jornalismo, especialista em Comunicação Empresarial, atua há mais de 20 anos no segmento de Assessoria de Imprensa e Relações Públicas. Desde 2008, trabalha com mídias sociais para marcas, como AlphaGraphics, Fast Frame Molduras, Assist Card, etc. Além de comandar a PR Digital, Bibiana é mãe de três e compartilha suas memórias no Instagram pelo perfil @maedenegocios!